Vírus faz mais vítimas na China e ainda não se sabe sobre sua verdadeira origem

O surto de um coronavírus ainda desconhecido já matou 6 pessoas e infectou mais de 200 sendo parecido com um tipo de pneumonia que se propaga rapidamente, os especialistas dizem através de uma cepa viral que ele se parece 80% com uma (SARS) Síndrome respiratória aguda grave que é altamente contagiosa e causa febre, tosse, dores de cabeça, dores musculares e dificuldade para respirar.


Ao que tudo indica o surto começou em Wuhan cidade na China altamente populosa que possui um grande mercado de peixes que acabou contaminando aqueles que trabalhavam lá e assim outras pessoas dentro da cidade, até mesmo agentes de saúde também foram contaminados pelo vírus. Tudo lá agora se encontra em desinfecção e isolado para estudos do que teria transmitido isso, até o momento sabe-se que vieram de animais mas não se sabe se foi por ar ou pela ingestão deles.


Até agora foram detectados casos em alguns países como o Japão, Coreia do Sul, Tailândia e China mesmo sendo considerado extremamente infeccioso a OMS diz que é um vírus ainda controlável e alguns infectados também já foram tratados. O pânico tem sido espelhado pela internet já que não se sabe a origem do vírus mas a verdade é que ele pode ser apenas uma mutação de um SAR já um pouco conhecido após alguns surtos na China.


A SAR assusta virologistas já que antes o coronavírus não matava e no máximo gerava alguns problemas mais conhecidos como dor de cabeça, febre, tosse, dificuldade em respirar e dores musculares mas agora começou a matar e a preocupar a OMS (Organização Mundial de Saúde). A Síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS) infecta as pessoas de forma contínua causando febre, tosses e falta de ar e já chegou a gerar problemas em 2014 tendo matado 98 pessoas e também está deixando alguns países em

alerta.


O surto colocou vários países em alerta com o alto risco de transmissão e o feriado de ano novo lunar onde diversas pessoas viajam deixa tudo ainda mais difícil, alguns aeroportos começaram a dobrar a atenção em voos chineses na tentativa de isolar o paciente para o tratamento da doença.

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