A volta dos Anonymous após a morte de George Floyd ameaça governos e figuras públicas

A trágica morte de George Floyd demonstra ainda o velho inimigo dos EUA, sua ''democracia'' de anos agora está abalada, obrigando até mesmo o presidente Donald Trump a se esconder em um Bunker, agora continuam tendo protestos por todo canto do país.

Com tudo isso acontecendo, apareceram novamente os Anonymous (grupos descentralizado de hackers) que chegaram a vazar dados sobre pessoa envolvidas com o tráfico de crianças, ligando Trump a isso junto a diversas outras pessoas como Michael Jackson e até o Bill Clinton.


Agora o grupo pretende avançar para cima de casos injustos que a policia dos EUA cometeu, começando com um ataque ao site da policia de Minneapolis e até o próprio site da cidade tomaram ataques DDOS e ficaram o domingo todo com problemas.


De acordo com uma página do Facebook que afirma ser afiliada ao Anonymous:


“'estaremos expondo seus muitos crimes ao mundo” e que “o assassinato brutal desta semana de George Floyd ... é apenas a ponta do iceberg em uma longa lista de casos de alto nível de morte por homicídio culposo nas mãos de policiais em seu estado. ”O vídeo, que foi visto mais de 1,8 milhão de vezes, mostra uma figura usando uma máscara de Guy Fawkes e uma narração eletronicamente alterada, que são as marcas do grupo.



O grupo também vazou na segunda dados pessoais de Bolsonaro e diversas pessoas ligadas a ele, membros da família e ministros do seu governo. Pouco depois da publicação, a rede social apagou as postagens consideradas ilegais e o Twitter também baniu o perfil do Anonymous Brasil, por violar as regras da empresa.

Bolsonaro respondeu nesta terça que a divulgação de seus dados pelo movimento da Anonymous Brasil é uma "clara medida de intimidação" do grupo. "Medidas legais estão em andamento, para que tais crimes, não passem impunes".


Sumidos desde 2015 com ataques terroristas que houveram em Paris, apareceram novamente publicando conteúdo vazado em redes sociais diversas do grupo, pretendendo ainda manter os ataques para diversos casos políticos e o alvo pode ser qualquer país ou pessoa.


Apesar de ser difícil acompanhar as ações do grupo pois em sua maior parte o conteúdo fica em lugares anônimos, geralmente companhias como o Facebook ou o Twitter, não permitem a publicação de vazamentos desse tipo, obrigando o grupo a se comunicar por vídeo ou mensagens em páginas diferentes, dificultando a veracidade e divulgação das notícias.


Mesmo com tudo isso, seguiremos acompanhando tudo!

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